Luis Mateus
Luis Mateus da Silva · nasceu em 1975
Luis Mateus se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PV (2004), PL (2008), DEM (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, superior completo, dona de casa, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Luis Mateus declarou R$ 24,4 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2016.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 30% da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- Luis MateusR$ 24,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Luis Mateus declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 4,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Poconé (MT) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.23877,1%
- Outros candidatosR$ 64015,2%
- PessoasR$ 3247,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.59185,4%
- PessoalR$ 3247,7%
- Material impressoR$ 2886,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Poconé (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 28,7 por voto. Quem venceu, Prof. Meyrinalva, gastou R$ 16,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 86,3; o mais barato, R$ 16,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Izabel Souza REPUBLICANOSR$ 13 mil · 153 votosR$ 86,3
- Professor Edney (Edinho) PSBR$ 11 mil · 221 votosR$ 48
- Elison Jordao REDER$ 15 mil · 316 votosR$ 46
- Lauro Bacani PSBR$ 10 mil · 244 votosR$ 41,9
- Rodemilson Barros PDTR$ 15 mil · 408 votosR$ 36,3
- Prof. Rosane Silbene PSDR$ 13 mil · 434 votosR$ 29,8
- Beijo DEMR$ 13 mil · 449 votosR$ 28,7
- Raony Falcão PSDBR$ 13 mil · 486 votosR$ 25,8
- Walney De Souza Rosa PVR$ 11 mil · 441 votosR$ 25,5
- Vereador Marcinho MDBR$ 15 mil · 647 votosR$ 22,9
- Ademir Zulli PTBR$ 12 mil · 610 votosR$ 20,1
- Prof. Meyrinalva PSDBR$ 9,9 mil · 582 votosR$ 16,9
Votos por real
- 2016, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 207 votos por R$ 1.000, 6,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 170 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.