Luis da Sede
Luis Nunes · nasceu em 1956
Luis da Sede se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: PSB (2008–2012), PRTB (2016), PSD (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 67 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Luis da Sede declarou R$ 436,6 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 220,9 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Luis da SedeR$ 436,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- ResidenciaR$ 220,9 milCasa
- L Nunes barR$ 110,5 milLoja
- 2 carrosR$ 68,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- contaR$ 36,7 milConta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Luis da Sede declarou ao TSE R$ 269 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 118 mil, 54% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Guarulhos (SP) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas26 pessoas, não nomeadasR$ 43,1 mil36,4%
- Próprio bolsoR$ 10,9 mil9,2%
- Outros candidatosR$ 7.8916,7%
Para onde foi
- Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 13,1 mil20%
Quanto custou cada voto: vereador, Guarulhos (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 40,6 por voto. Quem venceu, Delegado Gustavo Mesquita, gastou R$ 18,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 18,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Janaina Almeida SOLIDARIEDADER$ 266 mil · 2.005 votosR$ 133
- Edmilson PSOLR$ 481 mil · 4.698 votosR$ 102
- Mauricio Segantin Junior MOBILIZAR$ 372 mil · 3.971 votosR$ 93,6
- Dr. Laércio Sandes UNIÃOR$ 271 mil · 3.890 votosR$ 69,6
- Martello REPUBLICANOSR$ 473 mil · 7.010 votosR$ 67,5
- Lamé PC do BR$ 446 mil · 6.958 votosR$ 64,1
- Santiago PLR$ 328 mil · 8.071 votosR$ 40,6
- Andre Alves CIDADANIAR$ 369 mil · 9.329 votosR$ 39,5
- Romildo Santos PSDR$ 313 mil · 8.026 votosR$ 39
- Janete Pieta REDER$ 272 mil · 9.710 votosR$ 28
- Ticiano PSDR$ 343 mil · 15.476 votosR$ 22,2
- Delegado Gustavo Mesquita REPUBLICANOSR$ 350 mil · 18.841 votosR$ 18,6
Votos por real
- 2024, vereador: 170 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 213 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.