Luis Carlos
Luiz Carlos Bentes Ceruse · nasceu em 1950
Luis Carlos se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 61 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Luis Carlos declarou R$ 175,3 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 175,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2012.
- Luis CarlosR$ 175,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 43,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Luis Carlos declarou ao TSE R$ 5,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Óbidos (PA) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Óbidos (PA), 2012
Mediana da disputa: R$ 29,6 por voto. Quem venceu, Nivaldo Aquino, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 106; o mais barato, R$ 14,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ruici PVR$ 18 mil · 173 votosR$ 106
- Zolivaldo Florenzano PDTR$ 11 mil · 163 votosR$ 66,4
- Irmã Concilia AGIRR$ 9,3 mil · 187 votosR$ 49,8
- Pauca MDBR$ 19 mil · 452 votosR$ 42,8
- Rylder DEMR$ 27 mil · 763 votosR$ 35,8
- J Barbosa PSDR$ 20 mil · 611 votosR$ 32,3
- Cristiane Souza MDBR$ 19 mil · 653 votosR$ 29,6
- Rubinho Vaz PSCR$ 8,9 mil · 372 votosR$ 23,9
- Ro Carvalho DEMR$ 9,1 mil · 426 votosR$ 21,4
- Mario Do Mingote MDBR$ 8,9 mil · 436 votosR$ 20,4
- Professora Carminha PDTR$ 10 mil · 607 votosR$ 16,8
- Nivaldo Aquino PVR$ 11 mil · 728 votosR$ 14,5
Votos por real
- 2012, vereador: 230 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.