Luis Alves
Luis Alves de Souza · nasceu em 1962
Luis Alves se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PC do B (2012–2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 62 anos, superior incompleto, fotógrafo e assemelhados, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · São PauloPC do B 65656· esquerdasuplente1.322 votos; 878º mais votado de 1.959 no estado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Luis Alves teve 1.322 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 878º lugar entre 1.959 candidatos.
Recebeu votos em 93 cidades. Tupã deu 71,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Luis Alves declarou R$ 95,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2018, o total caiu R$ 688,6 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2018.
- Luis AlvesR$ 95,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 44,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 969,5 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Luis Alves declarou ao TSE R$ 113 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 64 mil, 71% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tupã (SP) · PC do B · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 9.50769,1%
- PessoasR$ 4.24630,9%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Tupã (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 60,9 por voto. Quem venceu, Renatinho Da Garagem, gastou R$ 23,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 23,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sillas Ferrão PVR$ 28 mil · 209 votosR$ 135
- Policial Fábio Luiz PLR$ 18 mil · 199 votosR$ 91,8
- Subtenente Carlos PPR$ 21 mil · 279 votosR$ 76,3
- Celso Bozza PLR$ 38 mil · 529 votosR$ 71,9
- Tiago Matias PPR$ 24 mil · 362 votosR$ 65,8
- Valter Moreno PLR$ 28 mil · 439 votosR$ 63,2
- Cabo Pastor Osmídio Castilho PLR$ 23 mil · 375 votosR$ 60,9
- Paulo Henrique PSDBR$ 48 mil · 867 votosR$ 55,5
- Alexandre Scombatti PLR$ 25 mil · 584 votosR$ 42,7
- Ribeirão PPR$ 23 mil · 716 votosR$ 32,6
- Brito Da Saúde PVR$ 14 mil · 462 votosR$ 30,4
- Renatinho Da Garagem PLR$ 17 mil · 727 votosR$ 23,5
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 21 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.