Lucio (lução)
Lucio Paulo Magela · nasceu em 1964
Lucio (lução) se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PP (2004), PSDB (2008), PROS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lucio (lução) declarou R$ 3,4 mi em bens, em reais de hoje: 82 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 2,3 mi acima da inflação.
Declarou 82 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Lucio (lução)R$ 3,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Chacará bairro santa rita planaltina-goR$ 1,3 miTerreno
- Sitio em são gabriel 150 hectaresR$ 974,8 milTerreno rural
- Quadra 02 mr 10 casa 28R$ 731,1 milCasa
- Chacará no municipio de cristalinaR$ 211,2 milTerreno rural
- Parque sol nascente quadra 17 casa-aR$ 154,3 milCasa
- Carro fiat unoR$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lucio (lução) declarou ao TSE R$ 90 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 55 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Planaltina (GO) · PROS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 23,5 mil83,5%
- Fundo partidárioR$ 3.66913%
- Outros candidatosR$ 9723,5%
Para onde foi
- PessoalR$ 24,8 mil70,9%
- TransporteR$ 7.52921,5%
- Material impressoR$ 1.4834,2%
- ServiçosR$ 9722,8%
- EscritórioR$ 2140,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Planaltina (GO), 2016
Lucio (Lução): R$ 193 por voto (mediana da disputa, R$ 98,6). Quem venceu, Zé Carlos, gastou R$ 38,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 8.055; o mais barato, R$ 38,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lucio (Lução). É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alexandre Naves PLR$ 72 mil · 9 votosR$ 8.055
- Leila Carmita PTBR$ 31 mil · 113 votosR$ 274
- Alysson Lopes PSDBR$ 45 mil · 194 votosR$ 233
- Rayanne DCR$ 27 mil · 122 votosR$ 221
- Lucio (Lução) PROSR$ 35 mil · 181 votosR$ 193
- Genival Fagundes DEMOCRATAR$ 51 mil · 360 votosR$ 141
- Valdivino Barbosa PROSR$ 28 mil · 284 votosR$ 98,6
- Pastor Andre REPUBLICANOSR$ 59 mil · 697 votosR$ 84,7
- Barros PSCR$ 43 mil · 589 votosR$ 73,2
- Carlim Imperador PROSR$ 32 mil · 440 votosR$ 73
- Moacir PSCR$ 26 mil · 449 votosR$ 57,3
- Zé Carlos PDTR$ 25 mil · 657 votosR$ 38,4
Votos por real
- 2016, vereador: 5,2 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 9,6 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.