Lucio Lagemann
nasceu em 1983
Lucio Lagemann se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2022, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSDB (2016), PSL (2018), PL (2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.
Declarou ao TSE em 2022: 39 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022Deputado estadual · Mato Grosso do SulPL 22234· direitasuplente4.521 votos; 68º mais votado de 371 no estado
- 2018Deputado estadual · Mato Grosso do SulPSL 17177· direitasuplente4.604 votos; 61º mais votado de 322 no estado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Lucio Lagemann teve 4.521 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 68º lugar entre 371 candidatos.
Recebeu votos em 68 cidades. Campo Grande deu 28,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,3%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Lucio Lagemann declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2016 e 2018, o total caiu R$ 91,1 mil, já descontada a inflação.
Em 2022, não declarou nenhum bem.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso do Sul em 2018.
- Lucio LagemannR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 42,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lucio Lagemann declarou ao TSE R$ 425 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 280 mil.
Campanha a campanha
2022 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · PL · suplente
De onde veio
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 223,6 mil79,9%
- PartidoTudo de Partido Liberal (Pl)R$ 36 mil12,9%
- Próprio bolsoR$ 20,4 mil7,3%
Para onde foi
- Pessoal84 pessoas, não nomeadasR$ 109,2 mil39%
- InternetTudo de Adyen Do Brasil Instituicao De Pagamento Ltda.R$ 45,6 mil16,3%
- EscritórioR$ 9.8193,5%
- TransporteR$ 2.5670,9%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2022
Mediana da disputa: R$ 41,5 por voto. Quem venceu, Pedro Kemp, gastou R$ 19,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 143; o mais barato, R$ 19,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Otávio Figueiró PTBR$ 725 mil · 5.058 votosR$ 143
- Vera Helena PSDBR$ 623 mil · 4.487 votosR$ 139
- Marcelo Marinho CIDADANIAR$ 626 mil · 4.833 votosR$ 130
- Bosco Martins PODER$ 591 mil · 5.987 votosR$ 98,6
- Professora Elza Fernandes PSDR$ 516 mil · 5.624 votosR$ 91,8
- Rhiad UNIÃOR$ 1 milhão · 11.439 votosR$ 90,9
- Lia Nogueira PSDBR$ 1,3 milhão · 15.155 votosR$ 83,2
- Evander Vendramini PPR$ 660 mil · 8.433 votosR$ 78,2
- João César Mattogrosso PSDBR$ 895 mil · 11.650 votosR$ 76,8
- Otávio Trad PSDR$ 654 mil · 8.891 votosR$ 73,6
- Amarildo Cruz PTR$ 1,1 milhão · 17.249 votosR$ 63
- Pedrossian Neto PSDR$ 926 mil · 15.994 votosR$ 57,9
- Professor Rinaldo Modesto PODER$ 636 mil · 12.800 votosR$ 49,7
- Roberto Hashioka UNIÃOR$ 574 mil · 13.662 votosR$ 42
- Paulo Duarte PSBR$ 691 mil · 16.663 votosR$ 41,5
- Gerson Claro PPR$ 990 mil · 25.839 votosR$ 38,3
- Silvio Pitu PSDR$ 519 mil · 13.681 votosR$ 37,9
- Glaucia Iunes PDTR$ 592 mil · 16.918 votosR$ 35
- Junior Mochi MDBR$ 870 mil · 26.108 votosR$ 33,3
- Jamilson Name PSDBR$ 1,3 milhão · 43.435 votosR$ 30,8
- Renato Câmara MDBR$ 541 mil · 17.756 votosR$ 30,5
- Mara Caseiro PSDBR$ 1,4 milhão · 49.512 votosR$ 29
- Antonio Vaz REPUBLICANOSR$ 561 mil · 19.395 votosR$ 28,9
- Marçal Filho PPR$ 673 mil · 24.758 votosR$ 27,2
- Caravina PSDBR$ 856 mil · 31.952 votosR$ 26,8
- Londres Machado PPR$ 615 mil · 25.691 votosR$ 24
- Zé Teixeira PSDBR$ 895 mil · 39.329 votosR$ 22,8
- Zeca Do Pt PTR$ 1 milhão · 47.193 votosR$ 21,6
- Pedro Kemp PTR$ 547 mil · 27.969 votosR$ 19,6
Votos por real
- 2022, deputado estadual: 16 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 37 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.