Lucio Faria
Lucio Carmo de Faria · nasceu em 1970
Lucio Faria disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Piedade do Rio Grande (MG)), pelo PT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 38 anos, ensino médio, agente de saúde e sanitarista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Lucio Faria declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Lucio FariaR$ 80,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Lucio Faria declarou ao TSE R$ 1,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Piedade do Rio Grande (MG) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 80365,4%
- Próprio bolsoR$ 21417,4%
- PartidoR$ 21217,2%
Para onde foi
- OutrosR$ 1.05585,8%
- EscritórioR$ 1048,5%
- TransporteR$ 705,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Piedade do Rio Grande (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 42,5 por voto. Quem venceu, Niraldo, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 178; o mais barato, R$ 22,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Iola PSDBR$ 3,2 mil · 18 votosR$ 178
- Nilceu Do Bar MDBR$ 3,3 mil · 33 votosR$ 99,7
- Roberto Gomes PPR$ 4 mil · 47 votosR$ 84,6
- Geraldo Da Zizi PSDBR$ 4,1 mil · 66 votosR$ 61,9
- Ribite Do Mercado PPR$ 2,8 mil · 51 votosR$ 54,9
- Ze Ivair PSDBR$ 4,3 mil · 89 votosR$ 48,6
- Miolo MDBR$ 4,8 mil · 114 votosR$ 42,5
- Vitor MDBR$ 3,8 mil · 95 votosR$ 40,2
- Chico Da Porteira MDBR$ 3,5 mil · 89 votosR$ 39,7
- Marcos Do Vecinho MDBR$ 3,5 mil · 108 votosR$ 32,5
- Tiaozinho Do Desbarrancado MDBR$ 5,6 mil · 191 votosR$ 29,1
- Niraldo PSDBR$ 3,9 mil · 170 votosR$ 22,6
Votos por real
- 2008, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.