Lúcio Barcelos
Lúcio Borges Barcelos · nasceu em 1946
Lúcio Barcelos se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2002), PSOL (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 66 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulPT 13234· centro-esquerda· na urna, Lucio Barcelossuplente4.896 votos; 241º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Lúcio Barcelos teve 4.896 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 241º lugar entre 461 candidatos.
Recebeu votos em 148 cidades. Porto Alegre deu 59,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Lúcio Barcelos declarou R$ 311,9 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 41,4 mil acima da inflação.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Lúcio BarcelosR$ 311,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lúcio Barcelos declarou ao TSE R$ 414 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 199 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Porto Alegre (RS) · PSOL · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 59,4 mil71,4%
- PessoasR$ 23,8 mil28,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 42,7 mil51,3%
- OutrosR$ 28,2 mil33,9%
- EscritórioR$ 11,8 mil14,2%
- TransporteR$ 4380,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 88,3 por voto. Quem venceu, Claudio Janta, gastou R$ 52,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 841; o mais barato, R$ 52,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toninho Bueno PPR$ 617 mil · 733 votosR$ 841
- Pablo Mendes Ribeiro MDBR$ 865 mil · 4.183 votosR$ 207
- André Carús MDBR$ 583 mil · 3.592 votosR$ 162
- Engenheiro Comassetto PTR$ 756 mil · 5.426 votosR$ 139
- Jussara Cony PC do BR$ 601 mil · 5.686 votosR$ 106
- Alberto Kopittke PTR$ 534 mil · 5.280 votosR$ 101
- Mauro Zacher PDTR$ 993 mil · 11.244 votosR$ 88,3
- Cássio Trogildo PTBR$ 809 mil · 9.541 votosR$ 84,8
- Márcio Bins Ely PDTR$ 963 mil · 13.336 votosR$ 72,2
- Valter Nagelstein MDBR$ 606 mil · 8.940 votosR$ 67,8
- Dr. Goulart PTBR$ 554 mil · 8.569 votosR$ 64,7
- Claudio Janta PDTR$ 565 mil · 10.675 votosR$ 52,9
Votos por real
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 9,6 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 25 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.