Lucimar Barbosa
Lucimar Barbosa Gomes Furlan · nasceu em 1979
Lucimar Barbosa se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2008), PV (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, ensino médio, recepcionista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Lucimar Barbosa declarou R$ 46,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 23,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Lucimar BarbosaR$ 46,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Lucimar Barbosa declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Peçanha (MG) · PV · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 3.76492%
- Outros candidatosR$ 3278%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Peçanha (MG), 2020
Lucimar Barbosa: R$ 78,4 por voto (mediana da disputa, R$ 20,5). Quem venceu, Dequinha Do Carola, gastou R$ 4,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 634; o mais barato, R$ 4,44.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lucimar Barbosa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luciana Claudino PVR$ 5,7 mil · 9 votosR$ 634
- Lucimar Barbosa PVR$ 3,8 mil · 48 votosR$ 78,4
- Tida Agente De Saúde PVR$ 2,1 mil · 35 votosR$ 60,7
- Valnete Do Carlos Benedito PLR$ 5,9 mil · 137 votosR$ 42,9
- Ivone Brandão PVR$ 4,8 mil · 134 votosR$ 35,7
- Estêvão Cunha PSCR$ 11 mil · 323 votosR$ 33,5
- Luciano Rubinho Neto Do Odilon PSBR$ 2,8 mil · 138 votosR$ 20,5
- Helinho Da Ambulãncia PSBR$ 4,9 mil · 351 votosR$ 13,9
- Cravinho PSBR$ 2,2 mil · 231 votosR$ 9,71
- Fubá Alvarenga PSDR$ 2,2 mil · 348 votosR$ 6,41
- Zé Wilson Enfermeiro PVR$ 2,2 mil · 351 votosR$ 6,23
- Dequinha Do Carola PVR$ 2,3 mil · 516 votosR$ 4,44
Votos por real
- 2020, vereadora: 13 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 14 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 15 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 7,4 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.