Apuração
Deputado estadual · 2006 · PC do B

Luciano Uca

Luciano de Oliveira · nasceu em 1977

Luciano Uca se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PC do B2006PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PC do B.

Dep. estadualVereadorPartidoPC do B20042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 29 anos, ensino médio, eletricista e assemelhados. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PC do B 65001· esquerda
    suplente794 votos; 523º mais votado de 852 no estado
  2. 2004
    PC do B 65001· esquerda· na urna, Luciano de Oliveira (uca)
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Luciano Uca teve 794 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 523º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 25 cidades. Teófilo Otoni deu 90,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.

794 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 794 votos.
  1. Teófilo Otoni (MG)719 votos90,6%
  2. Poté (MG)17 votos2,1%
  3. Belo Horizonte (MG)15 votos1,9%
  4. Novo Cruzeiro (MG)5 votos0,6%
  5. Padre Paraíso (MG)4 votos0,5%
  6. Outras 10 cidades10 votos1,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Luciano Uca declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Minas Gerais · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 11 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Único Pc Do B-MgR$ 9.08082,5%
  2. Próprio bolsoR$ 1.92817,5%

Para onde foi

R$ 11 mil
O maior gasto foi com escritório: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 2.01718,3%
  2. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 1.18610,8%
  3. TransporteTudo de Posto TropicalR$ 8908,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 9,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 9,64.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 72 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 211 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.