Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSD

Luciano Leon

nasceu em 1973

Luciano Leon disputou uma eleição, em 2018, para deputado estadual (Rio Grande do Sul), pelo PSD: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,42← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPSD2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 45 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSD 55000· direita
    suplente829 votos; 475º mais votado de 798 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Luciano Leon teve 829 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 475º lugar entre 798 candidatos.

Recebeu votos em 87 cidades. Nova Prata deu 34,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,8%.

829 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 829 votos.
  1. Nova Prata (RS)286 votos34,5%
  2. Porto Alegre (RS)278 votos33,5%
  3. Protásio Alves (RS)32 votos3,9%
  4. Canoas (RS)20 votos2,4%
  5. Viamão (RS)14 votos1,7%
  6. Outras 72 cidades126 votos15,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Luciano Leon declarou R$ 850,6 mil em bens, em reais de hoje: 7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 850,6 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 558.892 na declaração)

Declarou 7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2018.

  • Luciano LeonR$ 850,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 121,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 948,7 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 850,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Luciano Leon declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2018 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PSD · suplente

De onde veio

R$ 3.186
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.186.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Jose Ivo Sartori GovernadorR$ 2.22969,9%
  2. Próprio bolsoR$ 95830,1%

Para onde foi

R$ 958
O maior gasto foi com material impresso: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 958.
  1. Material impressoTudo de Keops Editora E Artes Graficas LtdaR$ 95099,2%
  2. InternetR$ 80,8%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 17,5 por voto. Quem venceu, Luciana Genro, gastou R$ 6,47 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 6,47.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 829 votos por R$ 1.000, 9,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.