Luciano de Triunfo
Luciano de Souza Ramos · nasceu em 1976
Luciano de Triunfo se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PDT (2008), PP (2012–2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, ensino médio, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Luciano de Triunfo declarou R$ 224,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 191,8 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Luciano de Triunfo declarou ao TSE R$ 8,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santa Maria Madalena (RJ) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Maria Madalena (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 17,5 por voto. Quem venceu, Nilson José, gastou R$ 8,35 por voto. O voto mais caro custou R$ 320; o mais barato, R$ 7,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jonathan Machado SOLIDARIEDADER$ 3,8 mil · 12 votosR$ 320
- Marô PLR$ 3,9 mil · 24 votosR$ 161
- Aurinho SOLIDARIEDADER$ 2,6 mil · 40 votosR$ 64
- Lelei Daflon MDBR$ 7,7 mil · 253 votosR$ 30,5
- Vaguinho CIDADANIAR$ 5,1 mil · 166 votosR$ 30,5
- Inês Coelho Valente PLR$ 3,8 mil · 179 votosR$ 21
- Burunga PLR$ 4,3 mil · 244 votosR$ 17,5
- Luiz Freixo SOLIDARIEDADER$ 2,1 mil · 151 votosR$ 13,6
- Matheus Ouverney PLR$ 4,7 mil · 393 votosR$ 12
- Teté SOLIDARIEDADER$ 4,3 mil · 399 votosR$ 10,9
- Nilson José DEMR$ 2,5 mil · 295 votosR$ 8,35
- Celso Lima REPUBLICANOSR$ 1,6 mil · 225 votosR$ 7,11
Votos por real
- 2020, vereador: 126 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 205 votos por R$ 1.000, 7,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.