Apuração
Vereadora · 2024 · PDT

Luciana Breve

nasceu em 1970

Luciana Breve se candidatou em 5 eleições, de 2006 a 2024, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,16← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PDT2008PDT2016AGIR2020DEM2024PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PDT (2006–2008), AGIR (2016), DEM (2020), PDT (2024).

Dep. estadualVereadoraPartidoPDTAGIRDEMPDT’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, até o fundamental, jornalista e redator, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2024. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PDT 12812· centro-esquerda
    suplente
  2. 2020
    DEM 25000· direita
    suplente
  3. 2016
    Vereadora · Iguape (SP)
    AGIR 36555· direita
    não eleita
  4. 2008
    PDT 12812· centro-esquerda
    suplente
  5. 2006
    Deputada estadual · São Paulo
    PDT 12812· centro-esquerda
    suplente1.538 votos; 777º mais votada de 1.520 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Luciana Breve teve 1.538 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 777º lugar entre 1.520 candidatos.

Recebeu votos em 30 cidades. Santana de Parnaíba deu 59,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.

1.538 votos
votos para deputada estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.538 votos.
  1. Santana de Parnaíba (SP)916 votos59,6%
  2. São Paulo (SP)354 votos23%
  3. Barueri (SP)93 votos6%
  4. Osasco (SP)40 votos2,6%
  5. Cajamar (SP)35 votos2,3%
  6. Outras 15 cidades20 votos1,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Luciana Breve declarou R$ 180,5 mil em bens, em reais de hoje: 8,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 171,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 180,5 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 163.418 na declaração)

Declarou 8,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.

  • Luciana BreveR$ 180,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 180,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. MoradiaR$ 110,5 mil
    Casa
  2. ChacaraR$ 66,3 mil
    Casa
  3. BradescoR$ 2.473
    Fundos de longo prazo e FIDC
  4. SmartphoneR$ 1.105
    Linha telefônica
  5. BradescoR$ 197
    Caderneta de poupança
  6. BradescoR$ 1
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Luciana Breve declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 9,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereadora · Santana de Parnaíba (SP) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 1.361
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.361
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereadora, Santana de Parnaíba (SP), 2024

Mediana da disputa: R$ 73,1 por voto. Quem venceu, Gabriel Oliani, gastou R$ 17,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 562; o mais barato, R$ 17,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Gercina Sampaio PTR$ 32 mil · 57 votosR$ 562
  • Professora Rosi PLR$ 22 mil · 82 votosR$ 267
  • Major Tirso PLR$ 31 mil · 154 votosR$ 199
  • Luciana Lippi NOVOR$ 79 mil · 403 votosR$ 196
  • Bruno Fonseca PSDR$ 74 mil · 457 votosR$ 163
  • Joaquim Eduardo MDBR$ 45 mil · 453 votosR$ 99
  • Hosana Garcia REPUBLICANOSR$ 27 mil · 363 votosR$ 73,1
  • Caíga PSDR$ 20 mil · 292 votosR$ 67,3
  • Professor Paulo Cunha REPUBLICANOSR$ 47 mil · 986 votosR$ 48
  • João Galhardi PSDR$ 44 mil · 1.042 votosR$ 42,5
  • Regininha Salles MDBR$ 25 mil · 653 votosR$ 38,9
  • Gabriel Oliani REPUBLICANOSR$ 26 mil · 1.470 votosR$ 17,9

Votos por real

  • 2024, vereadora: 59 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereadora: 110 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereadora: 47 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputada estadual: 202 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.