Lúcia Gutemberg
Maria Lucia de Santana Gutemberg · nasceu em 1959
Lúcia Gutemberg se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: REPUBLICANOS (2010), PV (2012), AGIR (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, superior completo, agente de saúde e sanitarista, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputada federal · BahiaREPUBLICANOS 1001· centro-direita· na urna, Lucia Gutembergsuplente13.403 votos; 76º mais votada de 243 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Lúcia Gutemberg teve 13.403 votos para deputada federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 76º lugar entre 243 candidatos.
Recebeu votos em 267 cidades. Feira de Santana deu 26,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 54,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lúcia Gutemberg declarou R$ 10,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2016, o total caiu R$ 793,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Lúcia GutembergR$ 10,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lúcia Gutemberg declarou ao TSE R$ 64 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada federal: R$ 44 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Feira de Santana (BA) · AGIR · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.86271,9%
- Outros candidatosR$ 72928,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.45756,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 48618,7%
- OutrosR$ 40515,6%
- ServiçosR$ 2439,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, Feira de Santana (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 14,5 por voto. Quem venceu, Marcos Lima, gastou R$ 8,21 por voto. O voto mais caro custou R$ 51; o mais barato, R$ 8,21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sandra Carla PSDR$ 102 mil · 2.001 votosR$ 51
- Welligton Andrade PSDBR$ 86 mil · 3.063 votosR$ 28
- Jacaré PSDR$ 60 mil · 2.396 votosR$ 24,9
- Eremita Mota PSDBR$ 96 mil · 5.253 votosR$ 18,2
- Edvaldo Lima PPR$ 64 mil · 3.797 votosR$ 16,9
- David Neto DEMR$ 56 mil · 3.498 votosR$ 16
- Alberto Nery PTR$ 55 mil · 3.780 votosR$ 14,5
- Eli Ribeiro REPUBLICANOSR$ 63 mil · 5.174 votosR$ 12,2
- Ronny PHSR$ 100 mil · 8.213 votosR$ 12,2
- Jose Carneiro PSDBR$ 57 mil · 5.774 votosR$ 9,81
- Gerusa DEMR$ 56 mil · 6.395 votosR$ 8,73
- Marcos Lima PRPR$ 45 mil · 5.430 votosR$ 8,21
Votos por real
- 2016, vereadora: 355 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 48 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2010, deputada federal: 302 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.