Lúcia do Mael
Lucilene da Silva Fonseca Paiva · nasceu em 1981
Lúcia do Mael se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleita em 4.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004, 2008, 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: PSB (2004–2016), PSC (2020), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 43 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004Vereadora · Santa Bárbara do Monte Verde (MG)PSB 40000· centro-esquerda· na urna, Luciaeleita114 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Lúcia do Mael declarou R$ 179,9 mil em bens, em reais de hoje: 6,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 70,3 mil acima da inflação.
Declarou 6,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Lúcia do MaelR$ 179,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Um casa de morada no municipio de santa bárbara do monte…R$ 82,9 milCasa
- 26 Cabeças de gadoR$ 49,7 milRebanho e animais
- Uma gleba de terras com 10R$ 28,1 milTerreno rural
- Um lote de terrenoR$ 17,7 milTerreno
- Dinheiro em mãosR$ 1.547Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Lúcia do Mael declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 6,9 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereadora · Santa Bárbara do Monte Verde (MG) · PSB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 83354%
- PessoasR$ 71146%
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereadora, Santa Bárbara do Monte Verde (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 27 por voto. Quem venceu, Maxuel De Oliveira, gastou R$ 5,09 por voto. O voto mais caro custou R$ 470; o mais barato, R$ 5,09.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luíza Rocha PTR$ 939 · 2 votosR$ 470
- Laura Do Santinho PTR$ 939 · 2 votosR$ 470
- Márcio Do Turipá PTR$ 2 mil · 11 votosR$ 185
- Luizinho Do Mané Rosa PTR$ 3,1 mil · 45 votosR$ 68,2
- Giliar Nogueira PTR$ 2,8 mil · 62 votosR$ 45,1
- Grilinho Do Tide PTR$ 3,9 mil · 99 votosR$ 39,6
- Suelen Mendes PTR$ 3,3 mil · 122 votosR$ 27
- Alfredo King AVANTER$ 1,4 mil · 53 votosR$ 26,6
- Felipe Nascimento PODER$ 615 · 47 votosR$ 13,1
- Gigi Da Biblioteca PPR$ 547 · 52 votosR$ 10,5
- Zé Carlos Lima PODER$ 1,8 mil · 232 votosR$ 7,78
- Maxuel De Oliveira PODER$ 1,1 mil · 220 votosR$ 5,09
Votos por real
- 2020, vereadora: 111 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 69 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 24 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 78 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.