Lúcia Borja
Maria Lucia Rocha Borja · nasceu em 1948
Lúcia Borja se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleita em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 60 anos, superior completo, dona de casa. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Lúcia Borja declarou R$ 88,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2008.
- Lúcia BorjaR$ 88,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 78,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lúcia Borja declarou ao TSE R$ 8,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 4,9 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereadora · Macau (RN) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Macau (RN), 2008
Mediana da disputa: R$ 42,1 por voto. Quem venceu, Lampião, gastou R$ 24,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,5; o mais barato, R$ 24,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chico Paraiba MDBR$ 34 mil · 367 votosR$ 91,5
- Odete Lopes CIDADANIAR$ 39 mil · 494 votosR$ 78,1
- Fatima Jacome MDBR$ 62 mil · 865 votosR$ 71,2
- Haroldo Martins PVR$ 23 mil · 340 votosR$ 66,8
- Jorge Pinto PSBR$ 33 mil · 582 votosR$ 57
- Oscar MDBR$ 43 mil · 979 votosR$ 43,7
- Ubiratan Bezerra MDBR$ 23 mil · 551 votosR$ 42,1
- Leyla MDBR$ 28 mil · 695 votosR$ 39,9
- Magali PPR$ 27 mil · 787 votosR$ 33,8
- Zé Filho PPR$ 19 mil · 672 votosR$ 28,2
- Andrew Leite PPR$ 16 mil · 582 votosR$ 28
- Lampião PPR$ 21 mil · 869 votosR$ 24,6
Votos por real
- 2008, vereadora: 89 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 119 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.