Lucas Flaiban
nasceu em 1984
Lucas Flaiban se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 28 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Lucas Flaiban declarou R$ 54,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 3.190, já descontada a inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Lucas FlaibanR$ 54,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lucas Flaiban declarou ao TSE R$ 9,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8,9 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Morungaba (SP) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 54297,7%
- EscritórioR$ 132,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Morungaba (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 27,3 por voto. Quem venceu, Tomás Federicci, gastou R$ 14,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 57,4; o mais barato, R$ 14,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Cicero Lopes MDBR$ 9,7 mil · 169 votosR$ 57,4
- Jose Antonio Tobias CIDADANIAR$ 4,4 mil · 102 votosR$ 43,2
- Marquinho De Oliveira PSDR$ 15 mil · 434 votosR$ 33,9
- João Luciano Frare PTBR$ 7,8 mil · 240 votosR$ 32,6
- Carlinhos Cabelereiro PSLR$ 6,1 mil · 192 votosR$ 31,6
- Alecio Martins PLR$ 6 mil · 221 votosR$ 27,3
- Galvão CIDADANIAR$ 3,5 mil · 135 votosR$ 25,7
- Toninho Motorista PTBR$ 7,5 mil · 298 votosR$ 25,2
- Cleber Locutor PVR$ 4,5 mil · 213 votosR$ 21,3
- Professora Priscila Lucas MDBR$ 3,3 mil · 161 votosR$ 20,5
- Tomás Federicci CIDADANIAR$ 3,3 mil · 225 votosR$ 14,8
Votos por real
- 2012, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.