Lucas de Chiquinho da Oficina
Lucas Borges de Santana · nasceu em 1995
Lucas de Chiquinho da Oficina se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PATRIOTA (2018), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 25 anos, superior completo, representante comercial, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · BahiaPATRIOTA 51122· direita· na urna, Lucas Borgessuplente907 votos; 304º mais votado de 576 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Lucas de Chiquinho da Oficina teve 907 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 304º lugar entre 576 candidatos.
Recebeu votos em 103 cidades. Fátima deu 51,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Lucas de Chiquinho da Oficina declarou R$ 89,1 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2018 e 2020, o total caiu R$ 49,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Lucas de Chiquinho da OficinaR$ 89,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lucas de Chiquinho da Oficina declarou ao TSE R$ 9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 6,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Fátima (BA) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 6.08594,5%
- Próprio bolsoR$ 3545,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.64298,9%
- EscritórioR$ 301,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Fátima (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 14,1 por voto. Quem venceu, Pedro Ivo De Pedro De Jovita, gastou R$ 5,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 215; o mais barato, R$ 5,23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Robinho Do Capim Duro PSBR$ 5,4 mil · 25 votosR$ 215
- Carol De Agenilda Téc. De Enf. PSBR$ 4,5 mil · 96 votosR$ 46,8
- Professor Manoel Do Bonfim PSBR$ 4,4 mil · 111 votosR$ 39,2
- Dilsinho De Zelitão PSBR$ 4 mil · 122 votosR$ 32,7
- Jorginho Do Boteco São Jorge PDTR$ 4 mil · 274 votosR$ 14,5
- Nerivam PSBR$ 8,4 mil · 589 votosR$ 14,2
- Oliveira PSBR$ 4,2 mil · 296 votosR$ 14,1
- Luis Carlos PSBR$ 3,7 mil · 340 votosR$ 11
- Zezinho De Joaquim De Zezinho PSBR$ 4 mil · 487 votosR$ 8,25
- Bel PTR$ 4,8 mil · 677 votosR$ 7,10
- Lourival De Jacó PTR$ 4,2 mil · 759 votosR$ 5,50
- Pedro Ivo De Pedro De Jovita PSBR$ 5,4 mil · 1.028 votosR$ 5,23
Votos por real
- 2020, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 907 votos por R$ 1.000, 7,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.