Lucas de Barros
Lucas Fernando Widal de Barros · nasceu em 1960
Lucas de Barros se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PV (2010), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, superior incompleto, pecuarista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010Deputado estadual · Mato Grosso do SulPV 43300· centro-esquerdanão eleito770 votos; 102º mais votado de 240 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Lucas de Barros teve 770 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 102º lugar entre 240 candidatos.
Recebeu votos em 9 cidades. Corumbá deu 84,0% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lucas de Barros declarou R$ 304,4 mil em bens, em reais de hoje: 9,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.
Declarou 9,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.
- Lucas de BarrosR$ 304,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lucas de Barros declarou ao TSE R$ 43 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 42 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Corumbá (MS) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.16963,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 50727,6%
- ServiçosR$ 1628,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Corumbá (MS), 2016
Mediana da disputa: R$ 38 por voto. Quem venceu, Yussef, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 102; o mais barato, R$ 16,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Baianinho PSDBR$ 156 mil · 1.524 votosR$ 102
- Machado PTR$ 85 mil · 914 votosR$ 92,7
- Sabatel PSDBR$ 56 mil · 679 votosR$ 82,3
- Haroldo Cavassa PSDBR$ 54 mil · 690 votosR$ 78,9
- Tadeu Vieira PDTR$ 72 mil · 1.043 votosR$ 68,6
- Glaucia Iunes PTBR$ 27 mil · 705 votosR$ 38,3
- Ana Amélia Marinho PSDBR$ 24 mil · 631 votosR$ 38
- Dr. Gabriel MDBR$ 51 mil · 2.063 votosR$ 24,8
- Bira PSDBR$ 20 mil · 841 votosR$ 23,3
- Roberto Façanha MDBR$ 28 mil · 1.245 votosR$ 22,8
- Dr. Domingos PVR$ 31 mil · 1.510 votosR$ 20,3
- Yussef PDTR$ 22 mil · 1.320 votosR$ 16,6
Votos por real
- 2016, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.