Apuração
Vereador · 2016 · PSB

Lucas de Barros

Lucas Fernando Widal de Barros · nasceu em 1960

Lucas de Barros se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PV2016PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PV (2010), PSB (2016).

Dep. estadualVereadorPartidoPVPSB2010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, superior incompleto, pecuarista, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Corumbá (MS)
    PSB 40777· centro-esquerda
    suplente
  2. 2010
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PV 43300· centro-esquerda
    não eleito770 votos; 102º mais votado de 240 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Lucas de Barros teve 770 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 102º lugar entre 240 candidatos.

Recebeu votos em 9 cidades. Corumbá deu 84,0% deles.

770 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 770 votos.
  1. Corumbá (MS)647 votos84%
  2. Campo Grande (MS)80 votos10,4%
  3. Ladário (MS)26 votos3,4%
  4. Miranda (MS)5 votos0,6%
  5. Coxim (MS)4 votos0,5%
  6. Rochedo (MS)1 voto0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Lucas de Barros declarou R$ 304,4 mil em bens, em reais de hoje: 9,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 304,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 187.347 na declaração)

Declarou 9,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • Lucas de BarrosR$ 304,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 304,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Lucas de Barros declarou ao TSE R$ 43 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 42 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Corumbá (MS) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 860
41% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.839
O maior gasto foi com material impresso: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.839.
  1. Material impressoR$ 1.16963,6%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 50727,6%
  3. ServiçosR$ 1628,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Corumbá (MS), 2016

Mediana da disputa: R$ 38 por voto. Quem venceu, Yussef, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 102; o mais barato, R$ 16,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.