Lucas Cabeleireiro
Luiz Carlos da Rocha · nasceu em 1979
Lucas Cabeleireiro se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2008), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 37 anos, ensino médio, cabeleireiro e barbeiro, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Lucas Cabeleireiro declarou R$ 10,8 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 20% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Lucas CabeleireiroR$ 10,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lucas Cabeleireiro declarou ao TSE R$ 5,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Carlos Chagas (MG) · PSDB · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 2.10594,5%
- Próprio bolsoR$ 743,3%
- PartidoR$ 492,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.61972,7%
- ServiçosR$ 48621,8%
- Material impressoR$ 974,4%
- EscritórioR$ 261,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Carlos Chagas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 75,6 por voto. Quem venceu, Professor Odeni, gastou R$ 27,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 160; o mais barato, R$ 27,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gerinha Do Sindicato PTR$ 17 mil · 106 votosR$ 160
- Zé Veio PROSR$ 13 mil · 102 votosR$ 124
- Zé Da Antena DEMR$ 11 mil · 88 votosR$ 124
- Silvano Caiçara CIDADANIAR$ 8,8 mil · 103 votosR$ 85,2
- Rigleia Piaba PVR$ 8,5 mil · 112 votosR$ 76,3
- Binó Da Colonia PDTR$ 13 mil · 175 votosR$ 75,9
- Jacozinho Carteiro REPUBLICANOSR$ 11 mil · 152 votosR$ 75,6
- Dagmar PSDBR$ 11 mil · 230 votosR$ 46,9
- Jovano Neto PVR$ 8,6 mil · 198 votosR$ 43,4
- Adilson Da Colonia CIDADANIAR$ 10 mil · 288 votosR$ 36,3
- Abnezinho PVR$ 11 mil · 304 votosR$ 36,2
- Professor Odeni PROSR$ 8,7 mil · 314 votosR$ 27,8
Votos por real
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.