Lú Crispim
Luiz Carlos Gomes Prado · nasceu em 1964
Lú Crispim se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lú Crispim declarou R$ 216,1 mil em bens, em reais de hoje: 7,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 135,2 mil acima da inflação.
Declarou 7,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Lú CrispimR$ 216,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lú Crispim declarou ao TSE R$ 1,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 961.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Francisco Dumont (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 16266,7%
- Outros candidatosR$ 8133,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Francisco Dumont (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 32,6 por voto. Quem venceu, Tanjão, gastou R$ 23,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 259; o mais barato, R$ 23,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marilene Nadú REPUBLICANOSR$ 6 mil · 23 votosR$ 259
- Nilson De Nelson PTR$ 3,5 mil · 48 votosR$ 73,1
- Damon REPUBLICANOSR$ 6,3 mil · 123 votosR$ 51,6
- Venâncio Pereira PSDBR$ 5,4 mil · 105 votosR$ 51
- Liliane PSDR$ 2,7 mil · 55 votosR$ 48,6
- Rei PDTR$ 2,4 mil · 71 votosR$ 33,8
- Euclides Azevedo PTBR$ 6 mil · 184 votosR$ 32,6
- Zé Higino PSDBR$ 4,1 mil · 127 votosR$ 32,5
- Bilu PSDR$ 3,4 mil · 105 votosR$ 32,1
- Welson De Covancas REPUBLICANOSR$ 5,8 mil · 182 votosR$ 31,8
- Joãozinho Maroto REPUBLICANOSR$ 5,1 mil · 194 votosR$ 26,3
- Tanjão AGIRR$ 2,9 mil · 122 votosR$ 23,6
Votos por real
- 2016, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.