Longino Nones
Longino Francisco Nones · nasceu em 1955
Longino Nones se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 53 anos, ensino médio, supervisor, inspetor e agente de compras e vendas. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008Vice-prefeito · Timbó (SC)DEM 25· direitaNa chapa de Lucia Steinheuser Gorgeschapa não eleita1.568 votos da chapa, 6,9%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Longino Nones declarou R$ 733,4 mil em bens, em reais de hoje.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Uma casa residencialR$ 498,8 milImóveis
- Um automovel gol powerR$ 94,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- Um automovel fiat palioR$ 67,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- Um terreno na rua mal. floriano peixotoR$ 53,9 milImóveis
- Poupanca banco do brasilR$ 18,9 milDinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Longino Nones declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Timbó (SC) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 2.57479%
- Material impressoR$ 65220%
- EscritórioR$ 331%
Quanto custou cada voto: vereador, Timbó (SC), 2004
Mediana da disputa: R$ 15,9 por voto. Quem venceu, Marcos Kaestner, gastou R$ 6,46 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,9; o mais barato, R$ 6,46.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jonas Dias De Oliveira PPR$ 16 mil · 303 votosR$ 52,9
- Alidor Hass MDBR$ 20 mil · 570 votosR$ 34,3
- Ivo Nones PDTR$ 4,9 mil · 187 votosR$ 26,1
- Valerio PSDBR$ 5,2 mil · 205 votosR$ 25,4
- Codi MDBR$ 4,3 mil · 196 votosR$ 22
- Maurilio PSDBR$ 4,6 mil · 240 votosR$ 19
- Roberto Agostini PPR$ 14 mil · 910 votosR$ 15,9
- Maria Pelin PPR$ 6,9 mil · 528 votosR$ 13,1
- Didmar Borchardt MDBR$ 6,2 mil · 529 votosR$ 11,7
- Adelor Kruchinski PPR$ 9 mil · 1.009 votosR$ 8,97
- Ivone Bonatti MDBR$ 4,9 mil · 576 votosR$ 8,48
- Marcos Kaestner MDBR$ 7,8 mil · 1.211 votosR$ 6,46
Votos por real
- 2004, vereador: 129 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.