Apuração
1º suplente de senador · 2022 · REPUBLICANOS

Liziane Bayer

Liziane Bayer da Costa · nasceu em 1981

Liziane Bayer se candidatou em 3 eleições, de 2014 a 2022, e foi eleita em 2.

01

Centro-direita, nas duas medidas

As medidas concordam: ela fica entre +0,11 e +0,18 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita).

Votou como o governo orientou em 78% das votações, e com a maioria do próprio partido em 71%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo votoCâmara 2019–2023+0,11Pelo partidoREPUBLICANOS+0,18← esquerdacentrodireita →
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
← esquerdacentrodireita →
2014PSB2018PSB2022REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputada federal, em 2018.

Passou por 2 partidos: PSB (2014–2018), REPUBLICANOS (2022).

Suplente sen.Dep. federalDep. estadualPartidoPSBREPUBLICANOS20142016201820202022
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2022, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2022: 41 anos, superior incompleto, deputado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    1º suplente de senador · Rio Grande do Sul
    REPUBLICANOS 100· direita
    Na chapa de Hamilton Mourão
    chapa eleita2.593.294 votos da chapa
  2. 2018
    Deputada federal · Rio Grande do Sul
    PSB 4041· centro-esquerda
    eleita52.977 votos; 33º mais votada de 404 no estado
  3. 2014
    Deputada estadual · Rio Grande do Sul
    PSB 40414· centro-esquerda
    eleita29.121 votos; 64º mais votada de 670 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Liziane Bayer teve 52.977 votos para deputada federal, 0,9% dos votos válidos do estado: 33º lugar entre 404 candidatos.

Recebeu votos em 412 cidades. Porto Alegre deu 9,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 48,8%.

52.977 votos
votos para deputada federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 52.977 votos.
  1. Porto Alegre (RS)5.243 votos9,9%
  2. Caxias do Sul (RS)2.252 votos4,3%
  3. Pelotas (RS)2.231 votos4,2%
  4. Santa Maria (RS)2.209 votos4,2%
  5. São Pedro do Sul (RS)2.111 votos4%
  6. Outras 397 cidades27.118 votos51,2%
As outras 1 eleições para deputado
29.121 votos
votos para deputada estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 29.121 votos.
  1. Porto Alegre (RS)3.465 votos11,9%
  2. Pelotas (RS)1.372 votos4,7%
  3. Caxias do Sul (RS)1.089 votos3,7%
  4. Santa Maria (RS)1.020 votos3,5%
  5. Canoas (RS)908 votos3,1%
  6. Outras 311 cidades14.349 votos49,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Liziane Bayer declarou R$ 346,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2014 e 2022, o total caiu R$ 79,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 346,5 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 287.620 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 346,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Liziane Bayer declarou ao TSE R$ 875 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputada federal: R$ 798 mil, 95% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputada federal · Rio Grande do Sul · PSB · eleita

De onde veio

R$ 798,3 mil
95% veio de fundos públicos; 20 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 798,3 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialista BrasileiroR$ 754 mil94,4%
  2. PessoasR$ 36,7 mil4,6%
  3. VaquinhaR$ 6.5290,8%
  4. Fundo partidárioR$ 1.0860,1%

Para onde foi

R$ 801,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 801,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 22,4 mil2,8%
  2. PessoalR$ 18,8 mil2,4%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 2.2620,3%

Quanto custou cada voto: deputada federal, Rio Grande do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Paulo Pimenta, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputada federal: 90 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2014, deputada estadual: 380 votos por R$ 1.000, 6,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.