Livo Schröer
nasceu em 1947
Livo Schröer se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PDT (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 73 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Livo Schröer declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 428,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Livo SchröerR$ 43,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Livo Schröer declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Westfalia (RS) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Westfalia (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 14,3 por voto. Quem venceu, Renato Gaspar Herbert, gastou R$ 6,89 por voto. O voto mais caro custou R$ 66; o mais barato, R$ 6,89.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Any PPR$ 1,4 mil · 21 votosR$ 66
- Mariani Feldmann Dos Santos PDTR$ 1,1 mil · 22 votosR$ 52,1
- Janaína PPR$ 1,6 mil · 30 votosR$ 51,9
- Claimar PTR$ 1,9 mil · 38 votosR$ 50,3
- Taís Pott Rückert PDTR$ 1,5 mil · 105 votosR$ 14,4
- Valmor Endler PTR$ 1,3 mil · 87 votosR$ 14,4
- Simone PPR$ 1,7 mil · 119 votosR$ 14,3
- René MDBR$ 1,6 mil · 152 votosR$ 10,2
- Gringo PPR$ 1,1 mil · 117 votosR$ 9,68
- Valério Da Fonseca MDBR$ 1,1 mil · 125 votosR$ 9,06
- Pridi PPR$ 1,1 mil · 152 votosR$ 6,98
- Renato Gaspar Herbert PTR$ 1,4 mil · 202 votosR$ 6,89
Votos por real
- 2020, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 150 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.