Apuração
Vereador · 2024 · PT

Lino

Lino Leandro de Barros · nasceu em 1974

Lino se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,53← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2020PSOL2024PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PT (2004–2008), PSOL (2020), PT (2024).

PrefeitoVereadorPartidoPTPSOLPT’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 49 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Iperó (SP)
    PT 13007· esquerda
    não eleito
  2. 2020
    Prefeito · Iperó (SP)
    PSOL 50· esquerda· na urna, Lino Leandro de Barros
    não eleito472 votos, 3,4%
  3. 2008
    Prefeito · Iperó (SP)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito2.324 votos, 19,2%
  4. 2004
    Vereador · Iperó (SP)
    PT 13266· centro-esquerda
    eleito392 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Lino declarou R$ 33,1 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2020 e 2024, o total subiu R$ 20,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 33,1 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.

  • LinoR$ 33,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 33,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Lino declarou ao TSE R$ 71 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 60 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Iperó (SP) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 1.346
45% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.346.
  1. Fundo eleitoralR$ 60344,8%
  2. Próprio bolsoR$ 49236,6%
  3. PartidoR$ 25218,7%

Para onde foi

R$ 1.006
O maior gasto foi com internet: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.006.
  1. InternetR$ 51451,1%
  2. Material impressoR$ 49248,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Iperó (SP), 2024

Mediana da disputa: R$ 9,21 por voto. Quem venceu, Valtinho, gastou R$ 1,58 por voto. O voto mais caro custou R$ 169; o mais barato, R$ 1,58.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Luis Fernando Daki REPUBLICANOSR$ 2 mil · 12 votosR$ 169
  • Bombeiro Márcio REPUBLICANOSR$ 3,7 mil · 145 votosR$ 25,3
  • Nenão Valário PODER$ 6,5 mil · 568 votosR$ 11,4
  • Waldir Daki REPUBLICANOSR$ 5,2 mil · 479 votosR$ 10,8
  • Bob Moraga PSBR$ 4,1 mil · 447 votosR$ 9,21
  • Daniel Marçal MDBR$ 1,2 mil · 145 votosR$ 8,41
  • Sérgio Poli PSDR$ 9,3 mil · 1.160 votosR$ 8,01
  • Alysson PODER$ 3,2 mil · 586 votosR$ 5,51
  • Valtinho PSDR$ 1,4 mil · 901 votosR$ 1,58

Votos por real

  • 2020, prefeito: 211 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 43 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.