Lindomar José Lino
Lindomar José da Silva · nasceu em 1967
Lindomar José Lino se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: REDE (2016), PROS (2018), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Minas GeraisPROS 90350· direita· na urna, Linosuplente1.841 votos; 454º mais votado de 1.255 no estado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Lindomar José Lino teve 1.841 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 454º lugar entre 1.255 candidatos.
Recebeu votos em 77 cidades. Contagem deu 43,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lindomar José Lino declarou R$ 63,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Lindomar José LinoR$ 63,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lindomar José Lino declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 30 mil, 50% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Contagem (MG) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Contagem (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 486 por voto. Quem venceu, Bruno Barreiro, gastou R$ 40,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.839; o mais barato, R$ 40,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mayara Rossi PATRIOTAR$ 191 mil · 104 votosR$ 1.839
- Dra Kenia Ferreira PATRIOTAR$ 221 mil · 122 votosR$ 1.811
- Ivone Da Educação PATRIOTAR$ 278 mil · 172 votosR$ 1.615
- Silmara Farias PATRIOTAR$ 169 mil · 110 votosR$ 1.534
- Mayron Rodrigues Da Conexão Pr PATRIOTAR$ 197 mil · 130 votosR$ 1.513
- Carla Andrea REPUBLICANOSR$ 283 mil · 341 votosR$ 831
- Diretora Marinete PATRIOTAR$ 154 mil · 316 votosR$ 486
- Paulo Prado PATRIOTAR$ 287 mil · 1.038 votosR$ 277
- Hugo Vilaça AVANTER$ 241 mil · 1.895 votosR$ 127
- Daisy Silva REPUBLICANOSR$ 282 mil · 4.422 votosR$ 63,8
- Daniel Carvalho PLR$ 242 mil · 3.805 votosR$ 63,5
- Bruno Barreiro PVR$ 149 mil · 3.658 votosR$ 40,6
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 61 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 203 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.