Levi
Levi Donizete de Almeida · nasceu em 1963
Levi se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PP (2008), PSD (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Levi declarou R$ 260,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 73,1 mil acima da inflação.
Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- LeviR$ 260,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Camionete chevrolet S-10 ano 2012/2013 placa oaz 2094R$ 113,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Casa em alvenaria medindo 66 mts quadrados sobre o lote…R$ 105,6 milCasa
- Saldo em conta VGBL junto ao banco do brasilR$ 24,1 milPrevidência VGBL
- Dinheiro em especieR$ 16,2 milDinheiro em espécie
- Saldo em conta corrente banco do brasilR$ 583Dinheiro em espécie
- Saldo em conta corrente caixa economica federalR$ 265Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Levi declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Matupá (MT) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.72083,1%
- PessoasR$ 3646,4%
- Fundo partidárioR$ 3215,6%
- Outros candidatosR$ 2754,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.14273%
- Material impressoR$ 78713,9%
- ServiçosR$ 4868,6%
- EscritórioR$ 1422,5%
- OutrosR$ 1132%
Quanto custou cada voto: vereador, Matupá (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 41,5 por voto. Quem venceu, Capitão, gastou R$ 28,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 210; o mais barato, R$ 28,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alexandre Da Gleba SOLIDARIEDADER$ 11 mil · 50 votosR$ 210
- Cícero Tô Nessa PLR$ 11 mil · 99 votosR$ 116
- Vanessa Ferreira MDBR$ 11 mil · 110 votosR$ 99,7
- Loredo Da Gleba PLR$ 11 mil · 203 votosR$ 54,3
- Elisandro Da Tapeçaria MDBR$ 11 mil · 224 votosR$ 50,5
- Parazinho Do Posto MDBR$ 9,8 mil · 232 votosR$ 42,1
- Tião Da Saúde MDBR$ 11 mil · 270 votosR$ 41,5
- Cleber Da Tv MDBR$ 10 mil · 315 votosR$ 32,8
- Lenon De Abreu MDBR$ 9,7 mil · 296 votosR$ 32,8
- Paulinho Da Serralheria PSBR$ 9,8 mil · 312 votosR$ 31,3
- Marcos Da Tv MDBR$ 9,9 mil · 338 votosR$ 29,4
- Capitão PPR$ 11 mil · 380 votosR$ 28,4
Votos por real
- 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.