Apuração
Deputado estadual · 2018 · REDE

Leto Lapero Milhomem

Wellington Scharles de Souza Milhomem · nasceu em 1972

Leto Lapero Milhomem disputou uma eleição, em 2018, para deputado estadual (Tocantins), pelo REDE: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoREDE−0,05← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoREDE2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 46 anos, superior completo, auxiliar de escritório e assemelhados, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Tocantins
    REDE 18800· centro
    suplente871 votos; 92º mais votado de 207 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Leto Lapero Milhomem teve 871 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 92º lugar entre 207 candidatos.

Recebeu votos em 31 cidades. Palmeirópolis deu 31,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,6%.

871 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 871 votos.
  1. Palmeirópolis (TO)278 votos31,9%
  2. São Salvador do Tocantins (TO)207 votos23,8%
  3. Palmas (TO)110 votos12,6%
  4. Arraias (TO)42 votos4,8%
  5. Paranã (TO)38 votos4,4%
  6. Outras 16 cidades30 votos3,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Leto Lapero Milhomem declarou R$ 60,7 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 60,7 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 39.874 na declaração)

Declarou 28% da mediana dos candidatos a deputado estadual no Tocantins em 2018.

  • Leto Lapero MilhomemR$ 60,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 213,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 60,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Leto Lapero Milhomem declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, em reais de hoje, 67% de dinheiro público.

2018 · Deputado estadual · Tocantins · REDE · suplente

De onde veio

R$ 22,7 mil
67% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 7.57933,3%

Para onde foi

R$ 7.479
O maior gasto foi com material impresso: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.479. Toque numa parte para abrir.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Tocantins, 2018

Mediana da disputa: R$ 41,1 por voto. Quem venceu, Cleiton Cardoso, gastou R$ 17,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.140; o mais barato, R$ 17,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 116 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.