Leozinho do Ze Adelson
Leonardo dos Reis Andrade · nasceu em 1997
Leozinho do Ze Adelson disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Quijingue (BA)), pelo MDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 19 anos, até o fundamental, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Leozinho do Ze Adelson declarou R$ 19,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Leozinho do Ze AdelsonR$ 19,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Leozinho do Ze Adelson declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, em reais de hoje, 19% de dinheiro público.
2016 · Vereador · Quijingue (BA) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.59881%
- Outros candidatosR$ 84219%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.35653,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 97221,9%
- ServiçosR$ 61513,9%
- TransporteR$ 46510,5%
- EscritórioR$ 320,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Quijingue (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 12,5 por voto. Quem venceu, Nanny Do Tango, gastou R$ 6,71 por voto. O voto mais caro custou R$ 37; o mais barato, R$ 6,71.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Jaiminho AGIRR$ 14 mil · 373 votosR$ 37
- Isrrael Chalon REPUBLICANOSR$ 6,5 mil · 268 votosR$ 24,3
- Mario De Alduino REPUBLICANOSR$ 9,3 mil · 509 votosR$ 18,2
- Vando DEMR$ 14 mil · 784 votosR$ 17,4
- Judival Pimentel REPUBLICANOSR$ 5,9 mil · 364 votosR$ 16,1
- Selia Alves DEMR$ 17 mil · 1.122 votosR$ 15,6
- Baio PSLR$ 13 mil · 1.048 votosR$ 12,5
- Almir Terra Branca PTR$ 6,5 mil · 597 votosR$ 10,9
- Clovis PSDR$ 10 mil · 1.046 votosR$ 9,98
- Espedito PSDR$ 6,5 mil · 700 votosR$ 9,34
- Celia De Antenor PC do BR$ 6,9 mil · 917 votosR$ 7,49
- Nanny Do Tango PTR$ 5,8 mil · 864 votosR$ 6,71
Votos por real
- 2016, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.