Leonardo Matos
Leonardo de Matos Alves · nasceu em 1991
Leonardo Matos disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Uruará (PA)), pelo AVANTE: eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 25 anos, até o fundamental, vendedor de comércio varejista e atacadista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Leonardo Matos declarou R$ 125,1 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará.
Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- Leonardo MatosR$ 125,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Leonardo Matos declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Uruará (PA) · AVANTE · eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 4.12969,9%
- Próprio bolsoR$ 1.78130,1%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 64811%
- TransporteTudo de Eliandro Nicolodi Comercio - EppR$ 4056,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Uruará (PA), 2016
Mediana da disputa: R$ 36,3 por voto. Quem venceu, Raimundinho Bié, gastou R$ 19,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 165; o mais barato, R$ 19,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vandeco PLR$ 11 mil · 64 votosR$ 165
- Paulo Medeiros PTR$ 11 mil · 87 votosR$ 125
- Pretinha Do Paulista AVANTER$ 13 mil · 127 votosR$ 101
- Vanderlei AVANTER$ 11 mil · 181 votosR$ 58,9
- Matheus Sousa PLR$ 18 mil · 363 votosR$ 50,4
- Jachison PPR$ 16 mil · 366 votosR$ 44,5
- Adrinaldo Martins CIDADANIAR$ 12 mil · 321 votosR$ 36,3
- Celino Marizeira MDBR$ 26 mil · 728 votosR$ 35,5
- Gilmar Milanksi MDBR$ 18 mil · 537 votosR$ 33,7
- Zenilson Negão MDBR$ 25 mil · 783 votosR$ 32,1
- Sita Da Saúde PHSR$ 16 mil · 806 votosR$ 19,5
- Raimundinho Bié PHSR$ 14 mil · 736 votosR$ 19,3
Votos por real
- 2016, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.