Leonardo Bruno
Leonardo Bruno Silva Rodrigues · nasceu em 1981
Leonardo Bruno se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2012–2016), PP (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 43 anos, superior completo, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Leonardo Bruno declarou R$ 243,9 mil em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 286,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2024.
- Leonardo BrunoR$ 243,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.733
- Mediana dos eleitosR$ 86,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Criptomoedas denominadas rxp no mercado bitcoinR$ 66,9 milOutras aplicações
- Quotas da empresa avicena perfumaria LTDAR$ 55,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Dinheiro em especieR$ 55,2 milDinheiro em espécie
- Fundo de investimento residenciaR$ 33,4 milFundo de Investimento Imobiliário
- Um automovel fiat uno ano 2013R$ 33,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Leonardo Bruno declarou ao TSE R$ 282 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 181 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Paço do Lumiar (MA) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 9.07886,9%
- Próprio bolsoR$ 8758,4%
- Outros candidatosR$ 4894,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.09455,6%
- ServiçosR$ 87544,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Paço do Lumiar (MA), 2024
Mediana da disputa: R$ 205 por voto. Quem venceu, Kamilla, gastou R$ 24,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 846; o mais barato, R$ 24,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Denise Baroni PLR$ 110 mil · 130 votosR$ 846
- Raimundo Marques UNIÃOR$ 55 mil · 127 votosR$ 430
- Elinaldo Vasconcelos CIDADANIAR$ 25 mil · 65 votosR$ 392
- Coletivo Guará Somos Pt PTR$ 38 mil · 98 votosR$ 390
- Neto Vicente PLR$ 109 mil · 299 votosR$ 366
- Noel Lima REDER$ 23 mil · 71 votosR$ 320
- Samya Santos A Própria PSDR$ 55 mil · 267 votosR$ 205
- Mary Do Mojó PLR$ 109 mil · 743 votosR$ 147
- Biné Amado SOLIDARIEDADER$ 24 mil · 423 votosR$ 56,1
- Miau Oliveira SOLIDARIEDADER$ 66 mil · 1.222 votosR$ 53,7
- Ellen Do Bigode MDBR$ 28 mil · 1.077 votosR$ 26
- Kamilla PRDR$ 24 mil · 988 votosR$ 24,3
Votos por real
- 2024, vereador: 143 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 6,6 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.