Leonardo Lobato
Leonardo Lobato de Carvalho Cavalcanti Lemos · nasceu em 1986
Leonardo Lobato se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PPL (2012), PP (2016–2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 37 anos, superior completo, administrador, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Leonardo Lobato declarou R$ 483,9 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 225,3 mil acima da inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2024.
- Leonardo LobatoR$ 483,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 58 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Propriedade barra do juncoR$ 331,4 milOutros bens imóveis
- Veículo F350R$ 92,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Área de terra com 4 hac localizada na toboquinhaR$ 33,1 milOutros bens imóveis rural
- 06 Hectares de terra na localidade barra do juncoR$ 26,5 milOutros bens imóveis rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Leonardo Lobato declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Sebastião Barros (PI) · MDB · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 2.18754,4%
- PessoasR$ 1.50737,5%
- Próprio bolsoR$ 3288,2%
Para onde foi
- ServiçosR$ 2.51662,5%
- Material impressoR$ 1.50737,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Sebastião Barros (PI), 2024
Leonardo Lobato: R$ 28,9 por voto (mediana da disputa, R$ 69,1). Quem venceu, Geraldo Corado, gastou R$ 13 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.476; o mais barato, R$ 13.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Leonardo Lobato. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Francisca Alzira PTR$ 3 mil · 2 votosR$ 1.476
- Rayane MDBR$ 4,8 mil · 8 votosR$ 598
- Luzilene Batista MDBR$ 4,8 mil · 8 votosR$ 598
- Benedita MDBR$ 4,8 mil · 14 votosR$ 342
- Clédson Guedes PTR$ 3 mil · 16 votosR$ 185
- Márcio Ribeiro PTR$ 3 mil · 18 votosR$ 164
- Resso MDBR$ 4,8 mil · 69 votosR$ 69,1
- Roriz MDBR$ 3 mil · 103 votosR$ 29,1
- Leonardo Lobato MDBR$ 4 mil · 139 votosR$ 28,9
- Britto Junio PTR$ 3 mil · 146 votosR$ 20,2
- Nininho SOLIDARIEDADER$ 4,1 mil · 285 votosR$ 14,2
- Geraldo Corado MDBR$ 3,8 mil · 289 votosR$ 13
Votos por real
- 2024, vereador: 35 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2020, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.