Léo Baiano
Alessandro Santos de Oliveira · nasceu em 1978
Léo Baiano se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PRP (2008–2012), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, até o fundamental, trabalhador de construção civil, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Léo Baiano declarou R$ 16,2 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Léo BaianoR$ 16,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Léo Baiano declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Floresta Azul (BA) · PDT · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 32441,2%
- Próprio bolsoR$ 30138,3%
- PessoasR$ 16220,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 40551,4%
- Material impressoR$ 24330,9%
- EscritórioR$ 13917,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Floresta Azul (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 20,4 por voto. Quem venceu, Marcio De Conga, gastou R$ 12,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 94,2; o mais barato, R$ 10,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lô Cabeleireiro DEMR$ 2,5 mil · 27 votosR$ 94,2
- Franklin Metanol PDTR$ 1,9 mil · 46 votosR$ 41,9
- Pipinha MDBR$ 2 mil · 64 votosR$ 31,9
- Haroldo Feitiço PSBR$ 2,6 mil · 97 votosR$ 27,1
- André Cabeleireiro PSDBR$ 3,1 mil · 117 votosR$ 26,8
- Jaconias PODER$ 4 mil · 180 votosR$ 22,1
- Daniela Laranjeira PSBR$ 3,1 mil · 152 votosR$ 20,4
- Guga PODER$ 2,7 mil · 136 votosR$ 20
- Peu De Pedro Da Sulba DEMR$ 5,9 mil · 319 votosR$ 18,6
- Josevaldo PSDBR$ 2 mil · 112 votosR$ 18,2
- Marcio De Conga PROSR$ 4 mil · 311 votosR$ 12,8
- Irá De Nilza PC do BR$ 2,6 mil · 242 votosR$ 10,6
Votos por real
- 2016, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.