Leo Abreu
Leonardo de Miranda de Abreu · nasceu em 1996
Leo Abreu disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Pontão (RS)), pelo PDT: eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 19 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Leo Abreu declarou R$ 8.123 em bens, em reais de hoje.
Declarou 11% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Leo AbreuR$ 8.123
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Leo Abreu declarou ao TSE R$ 2,4 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Pontão (RS) · PDT · eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 1.86278,2%
- Próprio bolsoR$ 51821,8%
Para onde foi
- EscritórioR$ 713%
Quanto custou cada voto: vereador, Pontão (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 43,3 por voto. Quem venceu, Rudi Banaletti, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 86,5; o mais barato, R$ 16,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Preta PSDR$ 4,6 mil · 53 votosR$ 86,5
- Prô Neuza PTR$ 3,2 mil · 47 votosR$ 68,9
- Nega PDTR$ 3,2 mil · 50 votosR$ 63,8
- Tiane PTR$ 3 mil · 54 votosR$ 55,2
- Rodolfo Bordignon PSDR$ 4,1 mil · 84 votosR$ 48,3
- Pilonetto PTR$ 4 mil · 88 votosR$ 45,1
- Beto Bortoluzzi MDBR$ 4,4 mil · 102 votosR$ 43,3
- Orlei Vargas PSBR$ 3,1 mil · 84 votosR$ 37
- Gondi PTR$ 3,9 mil · 120 votosR$ 32,4
- Altair Anzolin PDTR$ 3,3 mil · 128 votosR$ 25,6
- Daniela PTR$ 3,2 mil · 142 votosR$ 22,8
- Rudi Banaletti PTBR$ 5,4 mil · 322 votosR$ 16,8
Votos por real
- 2016, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.