Léo
Leonardo Vidal Vilela · nasceu em 1977
Léo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2008), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 35 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Léo declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 33 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 466,3 mil acima da inflação.
Declarou 33 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- LéoR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Loja veterinária com bensR$ 931,3 milLoja
- Locadora e lan houseR$ 109,6 milSala ou conjunto
- Moto bros 2012 150CCR$ 21,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Honda bross, 125 ccR$ 14,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Léo declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 645.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Carrancas (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 34755,6%
- Outros candidatosR$ 21734,7%
- PartidoR$ 619,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 56390,3%
- Material impressoR$ 619,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Carrancas (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 25,7 por voto. Quem venceu, Poliana, gastou R$ 7,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 7,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- André Do Hely PSDR$ 10 mil · 65 votosR$ 157
- Caia MDBR$ 1,7 mil · 20 votosR$ 84,3
- Cassio PVR$ 12 mil · 163 votosR$ 76
- Rozângela PPR$ 927 · 20 votosR$ 46,4
- Marilda Do Honostório PSDBR$ 996 · 27 votosR$ 36,9
- Giovanni PTBR$ 901 · 29 votosR$ 31,1
- Clébio Florestal PSDBR$ 901 · 35 votosR$ 25,7
- Anderson Denguinho PVR$ 1,7 mil · 87 votosR$ 19,3
- Daniel Da Efon PDTR$ 908 · 49 votosR$ 18,5
- Edinho Mamoninha PSDR$ 1,5 mil · 84 votosR$ 17,3
- Vicente Estaçao MDBR$ 1,1 mil · 96 votosR$ 11,1
- Poliana MDBR$ 1,8 mil · 238 votosR$ 7,43
Votos por real
- 2012, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.