Leo
Manoel Claudio Lopes · nasceu em 1950
Leo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 66 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016Vice-prefeito · Itajá (RN)MDB 15· centro-direitaNa chapa de Merychapa não eleita2.418 votos da chapa, 43,6%
- 2008Vice-prefeito · Itajá (RN)MDB 40· centro· na urna, LéoNa chapa de Lutercio Guimarãeschapa não eleita2.739 votos da chapa, 47,0%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Leo declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 969,6 mil acima da inflação.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 3 Caçambas 1620R$ 633,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Predio comercial 7X16R$ 195 milPrédio comercial
- Casa com 7X20R$ 162,5 milCasa
- Caminhoneta D20R$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Leo declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Itajá (RN) · MDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Itajá (RN), 2004
Mediana da disputa: R$ 45,4 por voto. Quem venceu, Hélio Araújo, gastou R$ 20,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 344; o mais barato, R$ 20,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Gerlianne Brito DEMR$ 7,9 mil · 23 votosR$ 344
- Socorro Dantas PDTR$ 14 mil · 218 votosR$ 65
- Detinho DEMR$ 7,9 mil · 146 votosR$ 54
- Juquinha MDBR$ 9,8 mil · 212 votosR$ 46,1
- Chico Siqueira DEMR$ 10 mil · 229 votosR$ 45,8
- Fitico DEMR$ 10 mil · 225 votosR$ 45,4
- Geraldo Valentim DEMR$ 9,4 mil · 210 votosR$ 44,5
- Catota DEMR$ 11 mil · 308 votosR$ 37
- Marcondes DEMR$ 16 mil · 486 votosR$ 33,5
- Dalvinha DEMR$ 8,5 mil · 273 votosR$ 31,3
- Hélio Araújo PDTR$ 10 mil · 494 votosR$ 20,6
Votos por real
- 2004, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.