Lenilson Pintor
Lenilson dos Santos Lisboa · nasceu em 1981
Lenilson Pintor se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2016), CIDADANIA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior incompleto, escultor e pintor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lenilson Pintor declarou R$ 104,8 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- Lenilson PintorR$ 104,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lenilson Pintor declarou ao TSE R$ 2,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Mocajuba (PA) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Mocajuba (PA), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,4 por voto. Quem venceu, Carlão, gastou R$ 6,39 por voto. O voto mais caro custou R$ 87,9; o mais barato, R$ 6,39.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Manoel Raimundo PTR$ 12 mil · 131 votosR$ 87,9
- Joice Do Sindicato PTR$ 3,5 mil · 107 votosR$ 33,1
- Fábio Cunha PSBR$ 3,4 mil · 188 votosR$ 18
- Estélio Guimarães PSDBR$ 6,4 mil · 389 votosR$ 16,4
- Codica MDBR$ 3 mil · 192 votosR$ 15,7
- Prof Rosilene PTR$ 3,7 mil · 319 votosR$ 11,5
- Fabricio Braga MDBR$ 11 mil · 999 votosR$ 11,4
- Edinilton Braga SOLIDARIEDADER$ 6,3 mil · 669 votosR$ 9,48
- Nil Vasconcelos MDBR$ 5,4 mil · 697 votosR$ 7,82
- Milson Pantoja PPR$ 5,7 mil · 739 votosR$ 7,66
- Bbarbosa PSCR$ 4,4 mil · 638 votosR$ 6,88
- Carlão PLR$ 5,4 mil · 843 votosR$ 6,39
Votos por real
- 2020, vereador: 413 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.