Lenilson Lacerda
Lenilson da Fonseca Lacerda · nasceu em 1971
Lenilson Lacerda se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PSD (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lenilson Lacerda declarou R$ 975 em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 5% da mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2016.
- Lenilson LacerdaR$ 975
- Mediana dos candidatosR$ 21,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 121 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lenilson Lacerda declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Águia Branca (ES) · PSD · eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Águia Branca (ES), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,1 por voto. Quem venceu, Polez, gastou R$ 7,13 por voto. O voto mais caro custou R$ 303; o mais barato, R$ 7,13.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Do Carmo PTR$ 2,1 mil · 7 votosR$ 303
- Nete PTR$ 2,1 mil · 13 votosR$ 163
- Aparecida Cassundé PSBR$ 11 mil · 267 votosR$ 40,8
- Marcos Adriano PTR$ 2,1 mil · 55 votosR$ 38,6
- Romildo PTR$ 2,1 mil · 82 votosR$ 25,9
- João Parreira PTR$ 2,1 mil · 115 votosR$ 18,5
- Dirim CIDADANIAR$ 1,5 mil · 123 votosR$ 12,1
- Clodoaldo PTR$ 2,1 mil · 244 votosR$ 8,70
- Ze Carlos CIDADANIAR$ 1,4 mil · 167 votosR$ 8,47
- Flor PSDBR$ 2,4 mil · 289 votosR$ 8,44
- Pedro Bragança PSDBR$ 1,4 mil · 183 votosR$ 7,75
- Polez PSDBR$ 2 mil · 274 votosR$ 7,13
Votos por real
- 2016, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.