Lelei da Caixa D´agua
Vanderley Maximo de Andrade · nasceu em 1953
Lelei da Caixa D´agua se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: AVANTE (2002), PHS (2004), PTB (2006–2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 55 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio de JaneiroPTB 1475· centro-direita· na urna, Lelei Caixa D Agua de Italvasuplente671 votos; 531º mais votado de 707 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroAVANTE 70705· centro-direita· na urna, Lelei Caixa Daguasuplente1.604 votos; 513º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Lelei da Caixa D´agua teve 671 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 531º lugar entre 707 candidatos.
Recebeu votos em 40 cidades. Italva deu 72,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2006, Lelei da Caixa D´agua declarou R$ 26,8 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro.
Em 2008, não declarou nenhum bem.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio de Janeiro em 2006.
- Lelei da Caixa D´aguaR$ 26,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 881,7 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lelei da Caixa D´agua declarou ao TSE R$ 4,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 4,7 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Italva (RJ) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Italva (RJ), 2008
Mediana da disputa: R$ 13,1 por voto. Quem venceu, Dinho Da Farmácia, gastou R$ 8,96 por voto. O voto mais caro custou R$ 44; o mais barato, R$ 8,96.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jocimar Fio PTR$ 12 mil · 268 votosR$ 44
- Junior Da Ambulância MOBILIZAR$ 942 · 28 votosR$ 33,7
- Eli Marinho PPR$ 8,3 mil · 365 votosR$ 22,7
- Herivelto MOBILIZAR$ 11 mil · 500 votosR$ 21,5
- João Matos MOBILIZAR$ 3,2 mil · 161 votosR$ 19,8
- Marquinho Protetico PTR$ 8 mil · 526 votosR$ 15,1
- Norival Martins MOBILIZAR$ 3,3 mil · 254 votosR$ 13,1
- Mimil PPR$ 3,4 mil · 271 votosR$ 12,5
- Wilson Nogueira PPR$ 6,7 mil · 536 votosR$ 12,5
- Gerlindo Motokinha PTR$ 3,3 mil · 284 votosR$ 11,5
- Alcirley Lima PSCR$ 4,6 mil · 480 votosR$ 9,67
- Dinho Da Farmácia PSCR$ 4,5 mil · 498 votosR$ 8,96
Votos por real
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 143 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.