Lelé Cirnon
Jose Cirnon da Silva · nasceu em 1941
Lelé Cirnon se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 67 anos, até o fundamental, servidor público civil aposentado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004Vereador · Visconde do Rio Branco (MG)PSDB 45611· centro-direita· na urna, Lelécandidatura não chegou à urna
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Lelé Cirnon declarou R$ 181,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Lelé CirnonR$ 181,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Veiculo celtaR$ 62 milVeículos, barcos e aeronaves
- Disponibilidade em mãosR$ 55,5 milDinheiro e aplicações
- Um apartamento localizado a avenida são joão batistaR$ 54,5 milImóveis
- Uma linha telefonicaR$ 5.943Outros
- Uma quota socio proprietário do clube dos bancários em…R$ 1.650Empresas e participações
- Uma quota socio proprietário do clube dos 50 em visconde…R$ 1.650Empresas e participações
- Uma linha movel de celularR$ 415Outros
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lelé Cirnon declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Visconde do Rio Branco (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10,5 mil72%
- PessoasR$ 2.26215,4%
- Outros candidatosR$ 1.84712,6%
Para onde foi
- OutrosR$ 10,9 mil74,7%
- Material impressoR$ 2.45016,7%
- TransporteR$ 1.1067,5%
- EscritórioR$ 1551,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Visconde do Rio Branco (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 38,7 por voto. Quem venceu, Cleiton Da Retífica, gastou R$ 19,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 214; o mais barato, R$ 19,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Agente De Saúde Danton CIDADANIAR$ 21 mil · 100 votosR$ 214
- Alaor De Oliveira Lima PLR$ 21 mil · 110 votosR$ 188
- Leitão Da Força E Luz PPR$ 20 mil · 184 votosR$ 107
- Yone Amin PTR$ 31 mil · 602 votosR$ 52,1
- Jaiminho PSBR$ 44 mil · 946 votosR$ 46,2
- Rosilene Barreto CIDADANIAR$ 21 mil · 516 votosR$ 40,1
- Dr. Humberto PTR$ 58 mil · 1.499 votosR$ 38,7
- Vanda PSBR$ 20 mil · 608 votosR$ 33,4
- Fizico PSDBR$ 22 mil · 692 votosR$ 32,5
- Cláudio Manoel PSDBR$ 28 mil · 1.057 votosR$ 26,9
- Diogo Moreira PPR$ 20 mil · 771 votosR$ 26
- Cleiton Da Retífica PSDBR$ 21 mil · 1.058 votosR$ 19,6
Votos por real
- 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.