Leilo
Vanderlei Alves · nasceu em 1964
Leilo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: MDB (2004), PSDB (2008), PSB (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Três Passos (RS)PP 11· direitaNa chapa de Reginattochapa não eleita989 votos da chapa, 7,0%
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Leilo declarou R$ 114,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 114,8 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Leilo declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 9,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Três Passos (RS) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.57089,6%
- PessoasR$ 64810,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.24268,4%
- ServiçosR$ 97215,7%
- Material impressoR$ 90714,6%
- EscritórioR$ 831,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Três Passos (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,6 por voto. Quem venceu, Arlei Tomazoni, gastou R$ 12,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,2; o mais barato, R$ 12,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Tocha MDBR$ 11 mil · 283 votosR$ 39,2
- Dorilda Sartori MDBR$ 11 mil · 282 votosR$ 38
- Lucas Neckel PTBR$ 14 mil · 366 votosR$ 37,4
- Professor Cezar PC do BR$ 10 mil · 321 votosR$ 32,3
- Ivo Herton Zugel MDBR$ 7,8 mil · 298 votosR$ 26,1
- Maria Helena Da Saúde PTBR$ 10 mil · 514 votosR$ 19,6
- Rosani Nascimento PSDBR$ 9,6 mil · 555 votosR$ 17,3
- Vini Araújo PC do BR$ 10 mil · 632 votosR$ 16,4
- Marli Franke PTR$ 7,2 mil · 510 votosR$ 14,2
- Nader PSDBR$ 12 mil · 911 votosR$ 12,8
- Arlei Tomazoni PSDBR$ 9,3 mil · 744 votosR$ 12,4
Votos por real
- 2016, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.