Lei do Galdino
Wanderley Leite de Carvalho · nasceu em 1966
Lei do Galdino se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lei do Galdino declarou R$ 665,3 mil em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Lei do GaldinoR$ 665,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 1 Terreno com 38 hectares de doaçãoR$ 568,6 milTerreno rural
- Contrução de uma residênciaR$ 48,7 milConstrução
- 15 Cabeças de gadoR$ 36,6 milRebanho e animais
- Conta no banco sicoobR$ 11,4 milConta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lei do Galdino declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Itutinga (MG) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 69364,9%
- PessoasR$ 32430,3%
- Outros candidatosR$ 504,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 64860,7%
- Material impressoR$ 41939,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Itutinga (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 24 por voto. Quem venceu, Tadi, gastou R$ 16,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 16,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Torresmo PLR$ 3,7 mil · 25 votosR$ 147
- Andre Fera PLR$ 2,2 mil · 30 votosR$ 73,8
- Neca PSDBR$ 1,8 mil · 28 votosR$ 64,4
- Lite PSDBR$ 2,9 mil · 65 votosR$ 45,2
- Ícaro PSDBR$ 2,3 mil · 73 votosR$ 32
- Paulinho Garcia PSDBR$ 1,8 mil · 61 votosR$ 30,1
- Tista PSDBR$ 2,6 mil · 108 votosR$ 24
- Vitor PSDBR$ 1,8 mil · 84 votosR$ 21,1
- Ednilson PLR$ 2,7 mil · 132 votosR$ 20,5
- João Pérez PLR$ 1,3 mil · 67 votosR$ 19,6
- Moab PSDBR$ 3,6 mil · 190 votosR$ 18,8
- Tadi PLR$ 2,4 mil · 142 votosR$ 16,7
Votos por real
- 2016, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.