Leda Aschermann
Leda Maria Aschermann · nasceu em 1954
Leda Aschermann se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2002), PV (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeita, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, superior completo, enfermeiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeita · Itapecerica da Serra (SP)PV 55· centroNa chapa de Prof Jonas Feijóchapa não eleita1.715 votos da chapa, 2,3%
- 2016
- 2002Deputada estadual · São PauloPT 13413· centro-esquerda· na urna, Ledasuplente17.181 votos; 257º mais votada de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Leda Aschermann teve 17.181 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 257º lugar entre 1.424 candidatos.
Recebeu votos em 154 cidades. São Paulo deu 68,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Leda Aschermann declarou R$ 3 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 1,1 mi, já descontada a inflação.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Itapecerica da SerraR$ 2,2 miCasa
- Centro de Itapecerica da SerraR$ 430,9 milCasa
- São SebastiãoR$ 359,1 milApartamento
- Capital de São Paulo/SPR$ 71,8 milCasa
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Leda Aschermann declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada estadual: R$ 32 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Itapecerica da Serra (SP) · PV · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.04270%
- Outros candidatosR$ 1.30330%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.42578,8%
- Material impressoR$ 43710,1%
- ServiçosR$ 3568,2%
- EscritórioR$ 1282,9%
Quanto custou cada voto: vereadora, Itapecerica da Serra (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 39,7 por voto. Quem venceu, Dr. José Martins, gastou R$ 25,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 125; o mais barato, R$ 25,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Anderson Do Vila Nova DCR$ 57 mil · 452 votosR$ 125
- Adalberto Do Sindicato PC do BR$ 63 mil · 598 votosR$ 106
- Cleber Bernardes MDBR$ 63 mil · 855 votosR$ 73,9
- Renato Da Padaria PSBR$ 77 mil · 1.141 votosR$ 67,4
- Gerson Lazarin SOLIDARIEDADER$ 49 mil · 988 votosR$ 50
- Zé Helio PTBR$ 55 mil · 1.259 votosR$ 43,9
- Roseli Trappe PODER$ 52 mil · 1.317 votosR$ 39,7
- Tonho Paraiba PLR$ 47 mil · 1.209 votosR$ 38,6
- Carlinho MOBILIZAR$ 48 mil · 1.395 votosR$ 34,3
- Dr. Ramon Corsini PSCR$ 72 mil · 2.725 votosR$ 26,3
- Allan Dias PSCR$ 49 mil · 1.874 votosR$ 26,2
- Dr. José Martins MDBR$ 44 mil · 1.702 votosR$ 25,8
Votos por real
- 2016, vereadora: 41 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputada estadual: 530 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.