Lecio
Leuslecio Ferreira Dias · nasceu em 1968
Lecio se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PL (2008), PROS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, até o fundamental, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lecio declarou R$ 763,6 mil em bens, em reais de hoje: 26 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 442,7 mil acima da inflação.
Declarou 26 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- LecioR$ 763,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lecio declarou ao TSE R$ 3,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,8 mil, 3,7% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Rubim (MG) · PROS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.26780,9%
- Próprio bolsoR$ 43115,4%
- Fundo partidárioR$ 1043,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.45751,2%
- Material impressoR$ 53418,8%
- ServiçosR$ 48617,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 32411,4%
- EscritórioR$ 471,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Rubim (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 44,7 por voto. Quem venceu, Gão Do Café, gastou R$ 25,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 163; o mais barato, R$ 25,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mirian De Brow PDTR$ 6 mil · 37 votosR$ 163
- Adeilse Rocha PDTR$ 12 mil · 75 votosR$ 159
- Nelda PSDBR$ 6,3 mil · 70 votosR$ 89,6
- Brás DEMR$ 7,9 mil · 128 votosR$ 61,9
- Vanzim PLR$ 13 mil · 264 votosR$ 48,3
- Ivone DEMR$ 12 mil · 255 votosR$ 47,3
- Delvy Alves AGIRR$ 5,9 mil · 131 votosR$ 44,7
- Roca PSBR$ 7,5 mil · 186 votosR$ 40,4
- Jairão PHSR$ 6,2 mil · 199 votosR$ 31,3
- Si Vereador PDTR$ 6,6 mil · 219 votosR$ 29,9
- Bruno Da Translin PSBR$ 7,4 mil · 248 votosR$ 29,9
- Gão Do Café PSDR$ 5,2 mil · 209 votosR$ 25,1
Votos por real
- 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 188 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.