Lecinho de Nonon
Idalecio Jose Nunes de Souza · nasceu em 1983
Lecinho de Nonon disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Chorrochó (BA)), pelo PL: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 33 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lecinho de Nonon declarou R$ 74,7 mil em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Lecinho de NononR$ 74,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Lecinho de Nonon declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, em reais de hoje, 29% de dinheiro público.
2016 · Vereador · Chorrochó (BA) · PL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.61970,9%
- Outros candidatosR$ 66429,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.31261,1%
- ServiçosR$ 81037,7%
- EscritórioR$ 261,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Chorrochó (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 12,3 por voto. Quem venceu, Beto, gastou R$ 7,66 por voto. O voto mais caro custou R$ 20,9; o mais barato, R$ 7,66.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rafaela Araújo PLR$ 6,3 mil · 299 votosR$ 20,9
- Izaias Pires PTBR$ 6 mil · 320 votosR$ 18,7
- Tercio De Fafá PRTBR$ 9,2 mil · 522 votosR$ 17,6
- Oscar De Souza DEMR$ 3 mil · 185 votosR$ 16,4
- Rosely Nery PPR$ 4,9 mil · 354 votosR$ 13,9
- Darlan De Sertão DEMR$ 5,5 mil · 439 votosR$ 12,6
- Noélio PC do BR$ 4,8 mil · 387 votosR$ 12,3
- Jane De Bento PPR$ 4,9 mil · 405 votosR$ 12
- Cleonice PC do BR$ 3,6 mil · 301 votosR$ 11,8
- Eliete PSLR$ 5,1 mil · 461 votosR$ 11,1
- Josete De Bady PSBR$ 6 mil · 614 votosR$ 9,76
- Beto PTR$ 3,3 mil · 427 votosR$ 7,66
Votos por real
- 2016, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.