Apuração
Vereador · 2020 · PL

Leandro Borges

Leandro Ferreira Borges · nasceu em 1960

Leandro Borges se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSB2004PV2008PV2012PTB2016PP2020PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 5 partidos: PSB (2002), PV (2004–2008), PTB (2012), PP (2016), PL (2020).

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoPSBPVPTBPPPL’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PL 22123· direita
    suplente249 votos
  2. 2016
    PP 55· direita
    Na chapa de Prof. Marcos
    chapa eleita5.730 votos da chapa, 49,9%
  3. 2012
    PTB 14123· centro-direita
    suplente467 votos
  4. 2008
    Vereador · Belém (PA)
    PV 43268· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  5. 2004
    Vereador · Belém (PA)
    PV 43268· centro-esquerda
    suplente
  6. 2002
    Deputado estadual · Pará
    PSB 40113· centro-esquerda
    suplente2.401 votos; 182º mais votado de 434 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Leandro Borges teve 2.401 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 182º lugar entre 434 candidatos.

Recebeu votos em 50 cidades. Belém deu 64,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,8%.

2.401 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 2.401 votos.
  1. Belém (PA)1.557 votos64,8%
  2. Ananindeua (PA)212 votos8,8%
  3. Marituba (PA)98 votos4,1%
  4. Barcarena (PA)78 votos3,2%
  5. Itaituba (PA)74 votos3,1%
  6. Outras 35 cidades125 votos5,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Leandro Borges declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 325 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 1,6 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,9 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.300.000 na declaração)

Declarou 325 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2020.

  • Leandro BorgesR$ 1,9 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 5.746
  • Mediana dos eleitosR$ 100,6 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,9 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Leandro Borges declarou ao TSE R$ 61 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 35 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · São Francisco do Pará (PA) · PL · suplente

De onde veio

R$ 1.845
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.845
O maior gasto foi com material impresso: 98% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.845.
  1. Material impressoR$ 1.81198,2%
  2. EscritórioR$ 341,8%

Quanto custou cada voto: vereador, São Francisco do Pará (PA), 2020

Mediana da disputa: R$ 64,3 por voto. Quem venceu, Andre Casa Nova, gastou R$ 5,28 por voto. O voto mais caro custou R$ 425; o mais barato, R$ 5,28.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Conceicao Andrade PPR$ 2,1 mil · 5 votosR$ 425
  • Irmã Jacque PSDR$ 5 mil · 41 votosR$ 121
  • Marcia Da Poty PSDR$ 5 mil · 41 votosR$ 121
  • Alcione Nascimento PPR$ 2,1 mil · 19 votosR$ 112
  • Nega PSDR$ 5 mil · 53 votosR$ 94
  • Pastor Mariano PPR$ 2,1 mil · 33 votosR$ 64,3
  • Professora Nequinha PSDR$ 6,3 mil · 156 votosR$ 40,2
  • Dalva Amorim PSDR$ 4,9 mil · 295 votosR$ 16,7
  • Isabele Lucas PTBR$ 2,4 mil · 185 votosR$ 13
  • Jean Albuquerque PVR$ 3,3 mil · 579 votosR$ 5,69
  • Andre Casa Nova PVR$ 3,7 mil · 700 votosR$ 5,28

Votos por real

  • 2020, vereador: 135 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 214 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 164 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.