Leal Filho
Raimundo Leal Silva Filho · nasceu em 1960
Leal Filho se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PCB (2006), PRTB (2008), AVANTE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2006Deputado estadual · MaranhãoPCB 21111· esquerda· na urna, Lealnão eleito1.519 votos; 172º mais votado de 372 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Leal Filho teve 1.519 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 172º lugar entre 372 candidatos.
Recebeu votos em 29 cidades. Timon deu 95,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Leal Filho declarou R$ 424,2 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 296 mil acima da inflação.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Leal FilhoR$ 424,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Leal Filho declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 14 mil, 18% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Timon (MA) · AVANTE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 7.74056,2%
- Outros candidatosR$ 3.81327,7%
- Próprio bolsoR$ 2.22616,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.25030,8%
- TransporteR$ 3.93528,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3.23823,5%
- ServiçosR$ 2.23416,2%
- EscritórioR$ 1210,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Timon (MA), 2016
Mediana da disputa: R$ 42,5 por voto. Quem venceu, Kaká Do Frigosá, gastou R$ 25,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 784; o mais barato, R$ 25,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marineth Rosário PSDR$ 165 mil · 210 votosR$ 784
- Prof. Cláudia DEMOCRATAR$ 106 mil · 1.551 votosR$ 68,4
- Lázaro Martins PSBR$ 66 mil · 1.009 votosR$ 65,3
- Biu PPR$ 70 mil · 1.152 votosR$ 60,9
- Felipe Andrade PDTR$ 134 mil · 2.286 votosR$ 58,5
- Ramon PPR$ 79 mil · 1.865 votosR$ 42,5
- Ivan Do Saborear PTBR$ 65 mil · 1.603 votosR$ 40,8
- Tuá MOBILIZAR$ 63 mil · 1.650 votosR$ 38,2
- Professora Socorro MDBR$ 95 mil · 2.477 votosR$ 38,2
- Juarez Morais SOLIDARIEDADER$ 57 mil · 1.976 votosR$ 29,1
- Kaká Do Frigosá PSBR$ 54 mil · 2.116 votosR$ 25,4
Votos por real
- 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.