Le Vereador
Carlos Alexandre Alves Borges · nasceu em 1981
Le Vereador se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PTB (2008), PSD (2012), PHS (2014–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · São PauloPHS 31567· centro-direita· na urna, Lesuplente1.638 votos; 698º mais votado de 1.878 no estado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Le Vereador teve 1.638 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 698º lugar entre 1.878 candidatos.
Recebeu votos em 29 cidades. Barrinha deu 86,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Le Vereador declarou R$ 11 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 94,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 47% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Le VereadorR$ 11 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Le Vereador declarou ao TSE R$ 7,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,8 mil, 46% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Barrinha (SP) · PHS · não eleito
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 1.30345,9%
- Próprio bolsoR$ 81028,5%
- PessoasR$ 40514,2%
- PartidoR$ 32411,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.30345,9%
- ServiçosR$ 1.13339,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 40514,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Barrinha (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 108 por voto. Quem venceu, Ronaldo Troia, gastou R$ 67,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 408; o mais barato, R$ 67,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Jair Força E Luz PATRIOTAR$ 50 mil · 123 votosR$ 408
- Zé Da Faca PATRIOTAR$ 31 mil · 79 votosR$ 394
- Magnus (Filho Do Prof. Gil) PROSR$ 38 mil · 195 votosR$ 192
- Vanessa Filha Do Companheiro PATRIOTAR$ 33 mil · 187 votosR$ 178
- Carlinhos Brasil PATRIOTAR$ 25 mil · 146 votosR$ 173
- Cabo David CIDADANIAR$ 21 mil · 196 votosR$ 108
- Adilson Barroso PATRIOTAR$ 46 mil · 497 votosR$ 93,3
- Takeda REPUBLICANOSR$ 37 mil · 426 votosR$ 87,6
- Emerson Colorido MDBR$ 27 mil · 337 votosR$ 78,8
- Junin Da Van PVR$ 24 mil · 329 votosR$ 73,1
- Ronaldo Troia REPUBLICANOSR$ 30 mil · 446 votosR$ 67,8
Votos por real
- 2016, vereador: 121 votos por R$ 1.000, 6 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 963 votos por R$ 1.000, 17 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 246 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 314 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.