Lê Pregão
Alessandro Claro de Faria · nasceu em 1977
Lê Pregão se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PTB (2012), PSD (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Lê Pregão declarou R$ 12,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 6.793, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Lê PregãoR$ 12,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lê Pregão declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Presidente Venceslau (SP) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.47082%
- Outros candidatosR$ 49716,5%
- PartidoR$ 451,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Presidente Venceslau (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 42,2 por voto. Quem venceu, Geminho Do Salgado, gastou R$ 9,79 por voto. O voto mais caro custou R$ 472; o mais barato, R$ 9,79.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Thays Novaes PPR$ 11 mil · 24 votosR$ 472
- Percy PROSR$ 40 mil · 137 votosR$ 294
- Marcelo Promoter PTR$ 5,7 mil · 34 votosR$ 166
- Marquinhos Fabricio PPR$ 7 mil · 61 votosR$ 115
- Graça Da Hora PPR$ 13 mil · 121 votosR$ 109
- Marques E Claudia PLR$ 4,5 mil · 63 votosR$ 72,1
- Barreto Auto Peças PLR$ 5,5 mil · 130 votosR$ 42,2
- Tenente Dourado PSLR$ 4 mil · 152 votosR$ 26,4
- Helder Stapait MDBR$ 5,7 mil · 233 votosR$ 24,3
- Professora Alessandra PSLR$ 8,8 mil · 509 votosR$ 17,3
- Tacinho Pi DEMR$ 6,7 mil · 414 votosR$ 16,2
- Geminho Do Salgado PPR$ 5,2 mil · 533 votosR$ 9,79
Votos por real
- 2020, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.