Apuração
Vereador · 2016 · PODE

Carvalhinho

Lucas Bentes de Carvalho Filho · nasceu em 1960

Carvalhinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PV2008PV2016PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2016.

Passou por 2 partidos: PV (2004–2008), PODE (2016).

VereadorPartidoPVPODE2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Nhamundá (AM)
    PODE 19000· direita
    eleito527 votos
  2. 2008
    Vereador · Nhamundá (AM)
    PV 43333· centro-esquerda
    eleito277 votos
  3. 2004
    Vereador · Nhamundá (AM)
    PV 43333· centro-esquerda· na urna, Lc
    eleito546 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Carvalhinho declarou R$ 16 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 169,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 16
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 10 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 16. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Carvalhinho declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 21 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Nhamundá (AM) · PODE · eleito

De onde veio

R$ 7.400
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.400.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 5.70977,2%
  2. Próprio bolsoR$ 1.13315,3%
  3. Outros candidatosR$ 3634,9%
  4. PartidoR$ 1942,6%

Para onde foi

R$ 7.395
O maior gasto foi com transporte: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.395. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros3 pessoas, não nomeadasR$ 97213,1%
  2. EscritórioR$ 370,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Nhamundá (AM), 2016

Mediana da disputa: R$ 28,6 por voto. Quem venceu, Artur Paulain, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 64,3; o mais barato, R$ 13,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.